Após a fuga de um presente perturbante,
Encontro um passado que nunca morreu.
Subindo numa colina buscando um futuro distante,
Esperando com o tempo conquistar o que é meu.
As calhas que escoam a chuva,
Como as minhas ações ínfimas,
Jorraram um rio de dúvida
E agora transbordam com as minhas lágrimas.
Sozinho agora, pensando no que perdi,
O sentimento de quem se arrependeu
De abraçar o mundo e fazê-la sorrir
Agora sofro, pois a chance que eu tinha padeceu.
Poemas ao vento
sexta-feira, 1 de julho de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
A falsa esperança.
Os pensamentos de ruínas me estendem a mão
Passando por um período que não se inverte
Enchendo e tirando os meus sonhos da razão
A peculiaridade arrasta meu coração e se perde.
Esta ocasião deixou uma poeira no ar
Uma estrela que não brilha é falta de amor?
Não penso mais se continuo a me jogar
Se esse sentimento que tanto cogito só me traz dor.
Sozinho no vazio do peito a perceber
Que as trevas me levam para o fundo
E sendo consumido, espero você aparecer
Com a luz dos seus olhos, para me salvar deste mundo.
Paro pra pensar se vale o esforço
Fazer de tudo para agarrar aquele sinal
Enquanto ele me empurra à beira de um poço
E eu pereço na escuridão sem amor, rendido ao mal.
Passando por um período que não se inverte
Enchendo e tirando os meus sonhos da razão
A peculiaridade arrasta meu coração e se perde.
Esta ocasião deixou uma poeira no ar
Uma estrela que não brilha é falta de amor?
Não penso mais se continuo a me jogar
Se esse sentimento que tanto cogito só me traz dor.
Sozinho no vazio do peito a perceber
Que as trevas me levam para o fundo
E sendo consumido, espero você aparecer
Com a luz dos seus olhos, para me salvar deste mundo.
Paro pra pensar se vale o esforço
Fazer de tudo para agarrar aquele sinal
Enquanto ele me empurra à beira de um poço
E eu pereço na escuridão sem amor, rendido ao mal.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
A salvação no caos.
A visão de um ambiente hostilizado
Se apaga com o vento soprado do norte
Vestígios do que tentou se apagado
A percepção de que nada o livra da morte.
Entulhos de erros e consequências
Um céu com nuvens de desculpa
Tentando esconder o medo das aparências
Procurando um modo de me livrar da culpa.
Aos cantos, um fogo sem fumaça
Queimando a chuva antes de cair
No meio do pecado, seguida a caça
À procura de um alguém ou caminho para fugir.
O refúgio que parece impossível
Preso em um coração bloqueado
Tento alcançá-lo com minha força desprezível
Pois não consigo ser forte sendo isolado.
Se apaga com o vento soprado do norte
Vestígios do que tentou se apagado
A percepção de que nada o livra da morte.
Entulhos de erros e consequências
Um céu com nuvens de desculpa
Tentando esconder o medo das aparências
Procurando um modo de me livrar da culpa.
Aos cantos, um fogo sem fumaça
Queimando a chuva antes de cair
No meio do pecado, seguida a caça
À procura de um alguém ou caminho para fugir.
O refúgio que parece impossível
Preso em um coração bloqueado
Tento alcançá-lo com minha força desprezível
Pois não consigo ser forte sendo isolado.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Escalar ou escapar?
Escalando uma montanha sem fim
Corpo pesado, tentando escapar
Das mentiras que eu contei para mim
E em busca da verdade que pode me salvar.
Pra baixo não exite nada
A esperança que já deixou de ser
Hoje se acaba em uma história pacata
Usando uma máscara para se esconder.
A vida que sempre quis
Agora eu não posso mais ter
Pois se o meu desejo é ficar feliz
Mesmo no topo, só ficarei bem com você.
Muito tempo eu não vou durar
As memórias que me corroem na lama
Vão me forçando a fechar os olhos e pular
Porque ainda preciso ouvir você dizendo que me ama.
Corpo pesado, tentando escapar
Das mentiras que eu contei para mim
E em busca da verdade que pode me salvar.
Pra baixo não exite nada
A esperança que já deixou de ser
Hoje se acaba em uma história pacata
Usando uma máscara para se esconder.
A vida que sempre quis
Agora eu não posso mais ter
Pois se o meu desejo é ficar feliz
Mesmo no topo, só ficarei bem com você.
Muito tempo eu não vou durar
As memórias que me corroem na lama
Vão me forçando a fechar os olhos e pular
Porque ainda preciso ouvir você dizendo que me ama.
Afundar ou retroceder?
A um passo do precipício
Tão curto, mas tão profundo
Tentando achar um princípio
Para me salvar deste mundo.
De um lado, desespero
De outro, uma busca
No apelo do meu desejo
Resgatar uma resposta.
A lágrima quebrando antes de cair
Não sei como vou pegá-la
Se eu mal pude resistir
De não poder mais amá-la.
Ferido aqui na desilusão
Tentando voar nesse buraco
Que só me traz escuridão
Na esperança que a rosa um dia me estenda a mão.
Assinar:
Postagens (Atom)



